sem comentários sobre a atriz
sem comentários sobre a viagem
sem comentários sobre a marca
sem comentários sobre a campanha
por motivos distintos, todos dispensam comentários
segunda-feira, 31 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Adipose
Em tempos de correria profissional
a gente posta qualquer coisa
pro dia não passar em branco
e claro, tem um Q de cultura inútil
a gente posta qualquer coisa
pro dia não passar em branco
e claro, tem um Q de cultura inútil
terça-feira, 25 de maio de 2010
Moscas en la Casa
Saudade das noites viradas ao som melancólico de Mebarack.
a melancolia me revitaliza.
a melancolia me revitaliza.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Hugo Weaving
Australiano
Infância na Nigéria
Juventude na África do Sul
Adolescência no Reino Unido
Maturidade no estrelado
como um policial
como um agente
como um elfo
como um justiceiro
como uma drag queen
um dos atores mais versáteis de todos os tempos.
Infância na Nigéria
Juventude na África do Sul
Adolescência no Reino Unido
Maturidade no estrelado
como um policial
como um agente
como um elfo
como um justiceiro
como uma drag queen
um dos atores mais versáteis de todos os tempos.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Atari
O Google cria algumas capas temáticas completamente nonsense quando da passagem de algum dia a ser celebrado.
Mas hoje, a capa do google trouxe cheiro de década 1980 de volta as narinas.
Aquele fedorão de bala Xaxá e Quick de morango chegou ao cérebro quando um som robótico se apresentou junto à abertura do site.
Hoje comemoram-se 30 anos da criação do jogo eletrônico mais tradicional de todos os tempos.
E eu tenho cereteza que aqueles que, como eu, tiveram a infância nos áureos anos 80, gastaram pelo menos 15 minutos gastando memórias ao jogar o aprisionante PAC-MAN.
30 anos depois, os "fantasmas" passaram a logotipo de gelatina.
30 anos depois, o "bonequinho" passou a símbolo universal de degradação por microorganismo.
30 anos depois, o jogo passou ao esquecimento do que foi sinônimo de entertenimento para dias de chuva, em uma época em que jogar bola e brincar de pega-pega na rua era absolutamente seguro e normal.
Resquícios bem vindos da última infância feliz!
Mas hoje, a capa do google trouxe cheiro de década 1980 de volta as narinas.
Aquele fedorão de bala Xaxá e Quick de morango chegou ao cérebro quando um som robótico se apresentou junto à abertura do site.
Hoje comemoram-se 30 anos da criação do jogo eletrônico mais tradicional de todos os tempos.
E eu tenho cereteza que aqueles que, como eu, tiveram a infância nos áureos anos 80, gastaram pelo menos 15 minutos gastando memórias ao jogar o aprisionante PAC-MAN.
30 anos depois, os "fantasmas" passaram a logotipo de gelatina.
30 anos depois, o "bonequinho" passou a símbolo universal de degradação por microorganismo.
30 anos depois, o jogo passou ao esquecimento do que foi sinônimo de entertenimento para dias de chuva, em uma época em que jogar bola e brincar de pega-pega na rua era absolutamente seguro e normal.
Resquícios bem vindos da última infância feliz!

abaixo,o link permanente de jogo versão Google.
http://www.google.com/pacman/
Memorável
De vez enquando meia dúzia de famosos se unem em torno de uma boa causa.
E eu colaboro com minha audiência, mesmo que 25 anos atrasado.
Um clássico...
E eu colaboro com minha audiência, mesmo que 25 anos atrasado.
Um clássico...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Equilíbrio
Tenho um transtorno obcessivo compulsivo
voluntário
opcional
os dois ao mesmo tempo
gosto do equilíbrio
a simetria em movimento
o branco ao lado do preto
o agudo contrabalanceando o grave
o claro combinando com o escuro
o direito proximo ao esquerdo
os olhos piscando em sincronia
a música lenta e alegre
a música agitada e melancólica
opostos que combinam perfeitamente
vistos do mais alto ponto da estratosfera
ou da obscuridão gelada de um túmulo
nesta música, o equilíbrio perfeito
voluntário
opcional
os dois ao mesmo tempo
gosto do equilíbrio
a simetria em movimento
o branco ao lado do preto
o agudo contrabalanceando o grave
o claro combinando com o escuro
o direito proximo ao esquerdo
os olhos piscando em sincronia
a música lenta e alegre
a música agitada e melancólica
opostos que combinam perfeitamente
vistos do mais alto ponto da estratosfera
ou da obscuridão gelada de um túmulo
nesta música, o equilíbrio perfeito
terça-feira, 18 de maio de 2010
A Torre Negra
(...)
Durma então.
-Não!
Então quase durma.
O que ela pedia era perigoso e também provavelmente necessário. O pistoleiro ergueu os olhos para o rosto nas folhas. Um jogo estava sendo feito ali para seu entretenimento. Mundos brotavam e desapareciam diante dele. Impérios eram construídos em areias brilhantes onde as máquinas criavam uma eterna e frenética agitação eletrõnica. Impérios entravam em decadência, caíam, erguiam-se de novo. Rodas que tinham deslizado com o silêncio das coisas líquidas moviam-se mais devagar, começavam a ranger, começavam a gritar, paravam. Areia asfixiava canos de aço inox de ruas concêntricas sob céus escuros cheios de estrelas, como tabuleiros de jóias brutas. E, no meio de tudo isso, soprava um último vento de mudança, trazendo consigo o cheiro de canela do final de outubro. O pistoleiro comtemplou o mundo passado.
E quase adormeceu...
Stephen King
Durma então.
-Não!
Então quase durma.
O que ela pedia era perigoso e também provavelmente necessário. O pistoleiro ergueu os olhos para o rosto nas folhas. Um jogo estava sendo feito ali para seu entretenimento. Mundos brotavam e desapareciam diante dele. Impérios eram construídos em areias brilhantes onde as máquinas criavam uma eterna e frenética agitação eletrõnica. Impérios entravam em decadência, caíam, erguiam-se de novo. Rodas que tinham deslizado com o silêncio das coisas líquidas moviam-se mais devagar, começavam a ranger, começavam a gritar, paravam. Areia asfixiava canos de aço inox de ruas concêntricas sob céus escuros cheios de estrelas, como tabuleiros de jóias brutas. E, no meio de tudo isso, soprava um último vento de mudança, trazendo consigo o cheiro de canela do final de outubro. O pistoleiro comtemplou o mundo passado.
E quase adormeceu...
Stephen King

(voltando ao hábito da leitura informal)
domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Preciso
Eu não sei em que horas dizer, me dá um medo
Porque, se a vida é um musical
hoje eu monto a trilha sonora!
Porque, se a vida é um musical
hoje eu monto a trilha sonora!
With a little help from my friends
Eu subestimei quem me disse que Across the Universe ficava martelando na sua cabeça por semanas!
Águias
leitura de mim:
-Amo o passado e não vejo que o novo sempre vem!
leitura da canção:
-Morri fumando um beck sob os acordes de uma belíssima melodia!
-Amo o passado e não vejo que o novo sempre vem!
leitura da canção:
-Morri fumando um beck sob os acordes de uma belíssima melodia!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Reencontros
A vida é cheia dos seus próprios "vais e vens". Nos traz lembranças nostálgicas de momentos vividos e habilidades refugadas pela busca constante dos sonhos.
Hoje eu me deparei, depois de longo-curto período de afastamento, com a arte de projetar. Desenhar peças inovadoras -ou nem tanto- deixou de ser disciplina, para se tornar monitoria, para se tornar profissão, para se tornar passado, para se tornar nostálgico, para se tornar passatempo, para se tornar evolução.
O susto grande é dar-se conta que esta reação em cadeia aconteceu em menos de cinco anos. E o mais assustador é a velocidade do tempo. Cinco anos atrás, falar de cinco anos parecia uma eternidade. Cinco anos depois, falar de acontecidos de cinco anos atrás parece extremamente recente e banal. Essa ideia de tempo que não apresenta projeção se torna completamente relativa a nossa percepção de mundo. Uma criança que morre com cinco anos parece pouquissimo tempo para se viver. Um idoso que sobrevive com um câncer há cinco anos parece muitíssimo tempo para se sofrer.
Essa medição vaga que o tempo nos dá aponta nossos medos, angústias e expectativas co prazo exato pra ter fim. Mas o arraste de duas horas aparentes numa fila de banco pode durar apenas cinco minutos. Da mesma forma que a nossa formatura de duas horas fica pra sempre na memória como um enlace da vida que acabou em exatos cinco minutos. A maneira como vemos e projetamos o tempo a nossa frente é que faz com que cada ação e momento seja único e inenarrável.
Cinco anos cheios de memórias que se podem resumir em duas horas de conversa ou cinco minutos de desenhos. Ou em palavras simples e prazerosas de espalhar com o vento: cinco anos bem vividos. Estou de volta - o projetista do meu próprio tempo!
Hoje eu me deparei, depois de longo-curto período de afastamento, com a arte de projetar. Desenhar peças inovadoras -ou nem tanto- deixou de ser disciplina, para se tornar monitoria, para se tornar profissão, para se tornar passado, para se tornar nostálgico, para se tornar passatempo, para se tornar evolução.
O susto grande é dar-se conta que esta reação em cadeia aconteceu em menos de cinco anos. E o mais assustador é a velocidade do tempo. Cinco anos atrás, falar de cinco anos parecia uma eternidade. Cinco anos depois, falar de acontecidos de cinco anos atrás parece extremamente recente e banal. Essa ideia de tempo que não apresenta projeção se torna completamente relativa a nossa percepção de mundo. Uma criança que morre com cinco anos parece pouquissimo tempo para se viver. Um idoso que sobrevive com um câncer há cinco anos parece muitíssimo tempo para se sofrer.
Essa medição vaga que o tempo nos dá aponta nossos medos, angústias e expectativas co prazo exato pra ter fim. Mas o arraste de duas horas aparentes numa fila de banco pode durar apenas cinco minutos. Da mesma forma que a nossa formatura de duas horas fica pra sempre na memória como um enlace da vida que acabou em exatos cinco minutos. A maneira como vemos e projetamos o tempo a nossa frente é que faz com que cada ação e momento seja único e inenarrável.
Cinco anos cheios de memórias que se podem resumir em duas horas de conversa ou cinco minutos de desenhos. Ou em palavras simples e prazerosas de espalhar com o vento: cinco anos bem vividos. Estou de volta - o projetista do meu próprio tempo!
domingo, 9 de maio de 2010
Aconteceu
as vezes as coisas acontecem depressa demais
as vezes as coisas acontecem devagar demais
as vezes as coisas acontecem quando não queremos
as vezes as coisas acontecem quando não procuramos
as vezes as coisas acontecem quando não esperamos
as vezes as coisas acontecem
o importante mesmo é que, de fato, elas acontecem
aconteceu de novo!
as vezes as coisas acontecem devagar demais
as vezes as coisas acontecem quando não queremos
as vezes as coisas acontecem quando não procuramos
as vezes as coisas acontecem quando não esperamos
as vezes as coisas acontecem
o importante mesmo é que, de fato, elas acontecem
aconteceu de novo!
sábado, 8 de maio de 2010
Chorei
Ontem recebi meu presente de aniversário!
e chorei! como há tempos não chorava!
Um caderno!
Um monte de fotos!
e Uma centena de lembranças!
originalmente Beatles
Doug-Kekisticamente Rita Lee
Minha Vida!

Tem lugares que me lembram

Minha vida, por onde andei

As histórias, os caminhos

O destino que eu mudei...

Cenas do meu filme

Em branco e preto

Que o vento levou
E o tempo traz
Entre todos os amores
De você me lembro mais...

De você, não esqueço jamais...
e chorei! como há tempos não chorava!
Um caderno!
Um monte de fotos!
e Uma centena de lembranças!
originalmente Beatles
Doug-Kekisticamente Rita Lee
Minha Vida!

Tem lugares que me lembram

Minha vida, por onde andei

As histórias, os caminhos

O destino que eu mudei...

Cenas do meu filme

Em branco e preto

Que o vento levou
E o tempo traz
Entre todos os amoresDe você me lembro mais...
Desenhos que a vida vai fazendo
Desbotam alguns, uns ficam iguais
Entre corações que tenho tatuados

De você, não esqueço jamais...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Fato!
o quintal do vizinho é sempre mais verde!
os problemas dos outros são sempre menores que os nossos!
salve Quino!
os problemas dos outros são sempre menores que os nossos!
salve Quino!
Hábitos
-Amor!
-Amor!
-Quando tu chega?
-Quinta!
-Quando a gente se vê?
-Sexta!
-De carro!
-21 horas!
-Grito do canteiro!
-Apareço na janela!
-COMBINADO!
-Tah, chega de falar no msn!
-Tah!
-Te amo!
-Te amo!
-Meu doce vampiro!
-Minha mulher!
-Desde sempre!
-Desde sempre!
Nas nossas conversas monossilábicas quase telepáticas, revelamo-nos mundos!
-Amor!
-Quando tu chega?
-Quinta!
-Quando a gente se vê?
-Sexta!
-De carro!
-21 horas!
-Grito do canteiro!
-Apareço na janela!
-COMBINADO!
-Tah, chega de falar no msn!
-Tah!
-Te amo!
-Te amo!
-Meu doce vampiro!
-Minha mulher!
-Desde sempre!
-Desde sempre!
Nas nossas conversas monossilábicas quase telepáticas, revelamo-nos mundos!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Verão
Não, eu não tenho saudade do verão em Porto Alegre.
Minha felicidade se renova cada vez que um blusão de lã sai do armário.
e por quê? muito simples!
aos 40°C inicia a morte das células do corpo.
por isso a febre mata!
por isso o verão é horrível!
ah, não é!?
aqui embaixo, a prefeitura de Porto Alegre ao fundo
e a temperatura num belíssimo dia de verão!
sim, minhas células estavam quase morrendo!
Minha felicidade se renova cada vez que um blusão de lã sai do armário.
e por quê? muito simples!
aos 40°C inicia a morte das células do corpo.
por isso a febre mata!
por isso o verão é horrível!
ah, não é!?
aqui embaixo, a prefeitura de Porto Alegre ao fundo
e a temperatura num belíssimo dia de verão!
sim, minhas células estavam quase morrendo!
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